segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
TRABALHO APRESENTADO NO CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO E INCLUSÃO
Universidade Federal da Paraíba - UEPB - - Campina Grande-PB - 1 a 3 de dezembro de 2014
NÚCLEO
DE ATIVIDADES DE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO DO RN: possibilitando a
inclusão educacional e social
Adriana Márcia Aguiar Saraiva- SUESP- NAAH/S - naahsrn@gmail.com
RESUMO
O
Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação do Rio Grande do Norte –
NAAH/S-RN, diante do desafio de educar na diversidade e tencionando minimizar o
desconhecimento e/ou despreparo evidenciado dos profissionais da educação para
a identificação e o atendimento às necessidades educacionais especiais dos
alunos com altas habilidades/superdotação, desenvolve entre outras ações a formação de professores. O presente artigo detalha a
realização do Curso,
intitulado “Disseminando Saberes sobre Altas Habilidades/Superdotação”, com
carga horária de 30 (trinta) h/aula. O mesmo foi realizado no primeiro semestre
do ano vigente, destinado aos professores da Rede Estadual de Ensino, utilizando-se de palestras, exposições dialogadas e
relatos de experiências. A
organização pedagógica do Curso apoia-se em um referencial teórico com base no
pensamento de autores como Renzulli (1978,
1986), Alencar e Fleith (2001, 2006), Perez (2002), que contemplam essa área de estudo, de
modo a oportunizar aos participantes a construção de conhecimentos sobre as
principais características desses alunos, estratégias de identificação e
atendimento educacional especializado para os alunos com altas
habilidades/superdotação. O curso oportunizou reflexões a respeito dos mitos e
concepções sobre o tema; as principais características cognitivas e emocionas
dos alunos com altas habilidades/superdotação; o cérebro e o desenvolvimento da
inteligência e a importância de atividades estimuladoras para enriquecer e
suplementar o currículo escolar desses alunos. Essa experiência de formação
exitosa é parte de um conjunto de ações realizada pelo NAAH/S-RN, que se
constitui como espaço de apoio às escolas para o atendimento aos alunos com
altas habilidades/superdotação no nosso estado.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
CURSO DISSEMINANDO SABERES SOBRE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO - SEGUNDA TURMA/2014.
O Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação do
Estado do Rio Grande do Norte, esta realizando o Curso Disseminando Saberes
sobre Altas Habilidades/Superdotação para a segunda turma de 2014. Na próxima
sexta-feira, 24 de outubro teremos o nosso terceiro encontro, seguindo o
cronograma previsto.
O Curso segue o mesmo padrão da primeira turma e apresenta os
seguintes critérios:
OBJETIVOS
• Oferecer
cursos de formação continuada para professores e profissionais da educação da
Rede Estadual de Ensino do Rio Grande do Norte.
• Proporcionar
a equipe pedagógica e professores de AEE e sala de aula regular o conhecimento
sobre a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos com
altas habilidades/superdotação, para a identificação, o atendimento e o
desenvolvimento desses alunos nas escolas públicas estaduais, possibilitando
sua inclusão efetiva no ensino regular da educação básica.
FORMATO DO CURSO
• CARGA HORÁRIA:
20h/Aula presencial
10h/Atividade extraclasse
• METODOLOGIA:
Serão desenvolvidas apresentações
teóricas dialogadas e/ ou oficinas pedagógicas distribuídas em 05 Encontros
pedagógicos.
• CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Frequência de 80%, participação e
relatório avaliativo
• PUBLICO/VAGAS:
50 Professores/ profissionais da
Educação da Rede Estadual de Ensino do RN.
As imagens de registros do curso encontram-se na página do Facebook do NAAH/S
Naahs Potiguar no álbum CURSO DISSEMINANDO SABERES SOBRE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO - 2ª Turma/2014.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
UMA REFLEXÃO SOBRE A BIOGRAFIA DE HANNAH ARENDT E UMA COMPARAÇÃO COM OS NOSSOS ALUNOS
“Quem habita este planeta não é o Homem, mas os
homens. A pluralidade é a lei da Terra.” (HANNAH ARENDT)
Neste dia 14 de outubro de 2014, o Google na sua página de pesquisa
apresenta uma homenagem
a Hannah Arendt,
filósofa política alemã de origem judaica, uma das mais influentes do século XX.
Perseguida
pelo regime de Adolf Hitler, ela construiu uma obra fundamental para a
compreensão da política e da condição humana.
Dentre outras
informações a respeito dessa filosofa política, chama-nos a atenção, nós que
estudamos alunos com altas habilidades/superdotação, dois destaques na sua biografia publicada pelo jornalista Sergio Amaral Silva que a titula “pensadora da política e da liberdade”. Ele relata que “Tendo perdido o pai com sete anos
incompletos, mostrou-se precoce ao tentar consolar sua mãe, Martha Arendt:
"Pense - isso acontece com muitas mulheres", teria dito a menina,
para espanto da viúva.”. Em seguida Sergio Amaral descreve sobre toda a estimulação que a
mãe realizou com a filha, segundo ele, uma “educação marcadamente liberal”,
orientanda com ideias da social-democaracia.
Observamos aqui um potencial
evidenciado pela mãe e devidamente estimulado que resultou na formação de uma
pessoa que se destacou universalmente com os seus pensamentos avançados a
respeito de política e organização social.
Em seguida, na biografia apresentada
por Sergio Amaral, ele relata um fato que é muito comum observarmos no
acompanhamento dos casos com alunos com ah/sd ainda hoje. Segundo ele, aos
dezessete anos Hannah Arendt “abandonou a
escola por questões disciplinares”. Essa questão de dificuldades de adaptação
ao modelo acadêmico e normativo das nossas escolas continua presente, apesar
dos avanços que a educação demonstra.
Cabe aqui uma reflexão: Como o potencial de Hannah, evidenciado pela sua mãe e
pertinentemente aproveitado, não teve o mesmo tratamento na escola?
Estamos o tempo inteiro perguntando isso quando nos deparamos por exemplo,
com casos como o de uma aluno acompanhado pelo NAAH/S. Aos 20 anos de idade,
com um histórico de muitas reprovações, sofrimentos com bullying e com posturas
de exclusão por parte dos professores, ele é um leitor em potencial. De acordo
com informações obtidas pela mãe, desde pequeno, incentivado por esta, lê
gêneros literários diversos e hoje mantém uma biblioteca particular com mais de
70 títulos. Essa característica é totalmente desconhecida e, consequentemente,
não é aproveitada pela escola.
Assim, o que a escola ignora, fatalmente não aproveita e não estimula. O
que a escola ignora, obviamente não respeita e desconsidera como potencial A
escola passa a cobrar e avaliar de formas alheias às características pessoais
do aluno e condena-o a anos e anos de retenção e sofrimento no espaço escolar.
O que nos admira nesse aluno aqui mencionado é que, apesar de tudo, ele
ainda mantém a vontade de estudar, de concluir os estudos. A sua postura soa
para nós como se tratasse de “mais uma chance” que ele ainda estar dando para a
escola se redimir com relação aos estragos que essa já provocou nele.
O nosso trabalho, dentro do Núcleo de Atividade de Altas
Habilidades/Superdotação corresponde à contribuição para que a escola reavalie
as suas estratégias de atendimento e avaliação do aluno, procurando valorizar
os seus potenciais, compreendendo as suas limitações e contribuindo para a
superação das suas dificuldades.
Quem sabe estejamos contribuindo também para que aconteçam histórias de
sucesso como a de Hannah Arendt?
A quem interessar, vale a pena
ler o restante da Biografia da filosofa para comprovar o alcance do seu sucesso
acadêmico e ver como a sua história torna-se exemplo para todos nós.
Ivana Lucena
Fontes:
(Consultadas em 14/10/2014 às 10 horas AM)
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
CURSO DISSEMINANDO SABERES SOBRE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
O Núcleo
de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação - NAAH/S-RN, está abrindo a
segunda turma do Curso Disseminando Saberes sobre Altas Habilidades/Superdotação.
Trata-se
de um curso aberto para os profissionais da educação que atendem aos alunos nas
escolas regulares da rede pública estadual de ensino.
O
objetivo do curso é o de proporcionar a equipe pedagógica e professores que
atuam nas escolas regulares o conhecimento para a identificação e o Atendimento
Educacional Especializado dos alunos com altas habilidades/superdotação.
O curso se constitui em 05
encontros semanais, nas sextas-feiras, no horário vespertino, composto de uma
carga horária presencial de 20 horas/aula presenciais e um trabalho de
conclusão correspondente a 10 horas/aula, totalizando 30 horas/aula. Será
realizado no espaço do auditório da Escola Estadual Desembargador Floriano Cavalcante,
localizada em Rua Manacás, s/n Capim Macio Natal/RN, próximo
ao Shopping Via Direta.
A ficha de
inscrição deve ser solicitada a equipe do NAAH/S através do E-mail abaixo:
E-mail: naahs@rn.gov.br
Equipe Técnica Pedagógica
Ivana Lucena
Adriana Aguiar
Contato: 3232-1455/1454
E-mail: naahs@rn.gov.br
Equipe Técnica Pedagógica
Ivana Lucena
Adriana Aguiar
Contato: 3232-1455/1454
OBS.: Depois de
preenchida, a ficha de inscrição deverá ser entregue na sala do NAAH/S até o
dia 04 de outubro de 2014 no endereço informado no convite acima.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
A GERAÇÃO QUE NÃO SABE RECEBER UM NÃO
A proposta deste
Blog é tratar sobre artigos e opiniões relacionadas ao tema altas
habilidades/superdotação. Todavia, é importante declarar que, embora as suas
especificidades, quando se trata de educar os filhos para a vida algumas
orientações são generalizadas.
O artigo abaixo
fala dessas dificuldades que os pais hoje enfrentam diante de uma geração cheia
de argumentação e declarante dos seus direitos, mas, pouco ciente dos seus
deveres e também extremamente imatura para enfrentar as contrariedades que a
vida ás vezes oferece.
Esperamos que o texto contribua para a reflexão de que oferecer "tudo" ao filho não é garantia de poupar-lhes sofrimento, muito pelo contrário.
Meu filho, você não merece nada
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê(Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua(Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê(Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua(Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que
se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente
grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo
tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades,
despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de
usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço.
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque
desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre
muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da
felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247981-15230,00.htm
Consultada em 27/08/2014 às 17:00
segunda-feira, 7 de julho de 2014
EVENTO SOBRE EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL
O NAAH/S-RN socializa com todos os professores e demais profissionais envolvidos com a educação inclusiva de pessoas com necessidades educacionais especiais, entre eles os educadores que atuam no atendimento aos alunos com altas habilidades/superdotação, o evento abaixo, organizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a fim de que todas os interessados possam participar.
Interessados em maiores informações podem dirigir-se aos seguintes endereços na Web:
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